OMKE - EXPERIÊNCIA NO SEGMENTO

Somos fabricantes de porcas, buchas e peças especiais conformadas a frio, desde 2004, atendendo o mercado automotivo, duas rodas, sistemistas, linha agrícola, eletroeletrônico, linha branca, estamparias e indústrias em geral.

Nossa planta industrial opera com prensas automáticas de até 6 estágios, aptas a produzirem nas mais diversas geometria em pequenos, médios e grandes volumes. Nossa engenharia e aplicação está focada em melhoria de processos, redução de custos, velocidade no desenvolvimento com fabricação interna do ferramental e um atendimento logístico de excelência.

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EXEMPLO DE LIDERANÇA E TRADIÇÃO!

Greta e Marta Felletti lideram indústria de produtos automotivos e se consolidam no mercado de duas rodas:

Uma mulher pode fazer toda a diferença em uma empresa. Ainda mais se for exercer um cargo de direção ou se tornar membro de um conselho administrativo. É isso que afirma um estudo divulgado, em agosto de 2012, pelo Research Institute, centro de pesquisa do banco Credit Suisse. De acordo com a pesquisa, companhias que mantiveram uma ou mais mulheres em seus conselhos cresceram, em média, 14% nos últimos seis anos. Já as empresas sem mulheres cresceram somente 10%.

Em setores de tecnologia e indústria, por exemplo, o número de companhias que possuem conselhos mistos (homens e mulheres) é ainda mais restrito e resultam em menos de 50%. A conclusão é que empresas com maior representação feminina em seu painel de diretores têm melhores resultados, e o mercado constata diariamente que este conceito está em franco crescimento. 

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Equipe feminina liderada por Greta e Marta Feletti.

A Omke, dirigida pelas administradoras Greta e Marta Felletti, é um exemplo desse cenário. Filhas de Alberto Felletti, imigrante italiano que trabalhou no segmento metalúrgico por mais de 40 anos, aprenderam tudo sobre o ramo com o pai e decidiram fundar a própria empresa. “Tudo começou quando nosso pai se tornou sócio-fundador de uma empresa de fixadores, porcas, espaçadores, buchas e produtos similares. A empresa cresceu e conquistou grandes clientes. Porém, quando a sociedade acabou, nós entramos para ajudá-lo. Por ele ser ntão apaixonado pelo trabalho, pegamos gosto. Ele foi o nosso mentor e até hoje nós sentimos muito com o seu falecimento. Por isso, pretendemos continuar a atividade que nos deixou”, explica Greta Felletti.

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Alberto Felletti chegou ao Brasil como quase todo imigrante europeu: vindo de um país devastado pela 2ª Guerra Mundial, com uma situação financeira muito crítica. Desembarcou aqui em 1954 e enfrentou dificuldade para achar uma profissão. Trabalhou como vendedor da Enciclopédia Barsa e Mirador, ourives, mecânico soldador e vendedor da antiga Lassen, fabricante de porcas, onde despertou sua paixão pelo ramo metalúrgico, dando início à sua verdadeira vocação. Em 77, juntamente com mais dois sócios, comprou a empresa Lopsa, fabricante de torneados em geral e usinados de precisão, e ficou a frente dos negócios até 94. Em 2004, foi o idealizador da Omke juntamente com suas filhas, e veio a falecer cinco anos depois.

Para montar a empresa, fundada em 2004, as diretoras contam que foi feita uma análise numerológica para a composição do nome – um dos primeiros toques femininos que diferenciam a Omke. “Pela numerologia, Om é o primeiro som do mundo e as letras K e E significam coisas que são especiais. Ou seja, consiste em tudo o que é diferente e especial. É a nossa essência”, afirma Marta. Mesmo com experiência na área e força de vontade, muitos não apostaram no desenvolvimento da empresa pelo fato de ser comandada por duas jovens mulheres. “Eu e Marta tínhamos na época 27 e 22 anos, respectivamente. Acreditaram que não íamos dar conta, que fôssemos vender a empresa. E provamos exatamente o contrário. Isso foi uma grande conquista para nós”, declara Greta.

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A empresa se concentra na produção de porcas quadradas, sextavadas e cilíndricas. Paralelamente, também trabalham com buchas, espaçadores e projetos especiais sob medida – uma das suas especialidades. Chegam a fornecer cerca de 12 milhões de peças por mês, produzidas em materiais como aço e latão. Possui engenharia especializada, laboratório de qualidade e ferramentaria própria, a fim de desenvolver qualquer peça que o cliente precise. Conta com uma planta de 2.800 m², conformadoras a frio de 4 a 6 estágios, 12 estampadeiras, 20 rosqueadores, 10 tornos e um CNC. Dos 60 funcionários da Omke, 35% são mulheres.

 

Localizada hoje em Guarulhos, cidade de São Paulo, seu principal ramo de atuação é o mercado duas rodas, que representa 60% do faturamento da empresa. A Yamaha é um dos seus clientes há mais de 20 anos. Mas também fornecem para empresas como a Böllhoff, Jotaeme Fitafer, , Itaesbra, Scorpios, entre outras, abrangendo outros segmentos como automobilístico, linha branca, eletroeletrônico, construção civil, autopeças e sub montadoras, que completam os 40% restantes. Além de ter mudado de uma planta de mil metros quadrados na Vila Maria para os quase 3 mil atuais, as diretoras ressaltam que também fazem parte das conquistas o fortalecimento do nome no mercado, a ampliação da sua cartela de clientes e o processo de implantação da ISO TS. “Hoje, a Omke já é bem conceituada no setor de fixação. Mesmo assim, estamos investindo forte em trabalho de marketing para ter mais visibilidade no mercado e fornecer para mais clientes”, enfatiza Marta.

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